A Escola de Saúde Pública de Pernambuco (Esppe) promoveu algumas
mudanças no calendário de atividades da seleção pública simplificada
visando a contratação de 107 profissionais de diversas áreas. O novo
calendário, que pode ser acessado
domingo, 28 de julho de 2013
ESPPE: SES divulga resultado preliminar de seleção
A Secretaria Estadual de Saúde (SES)
divulga, nesta sexta-feira (26/07), resultado preliminar da seleção da
Escola de Saúde Pública de Pernambuco (ESPPE), que lançou edital para a
contratação de 107 profissionais em diversas áreas.
Fique atento!
Aos colegas que desejam participar de Congressos em nossa área:
http://www.congresso.sobep.org.br/home.htmlhttp://www.congressoimip2013.com.br/
http://www.cobeon2013.com/website/
A Saúde, o SUS e o programa “Mais Médicos”, artigo de Gastão Wagner
Leia e tire suas própria opinião!
Reconhecido por suas contribuições científicas e políticas no campo da Saúde Coletiva, o professor Gastão Wagner de Sousa Campos, do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Ciências Médica da Unicamp e histórico abrasquiano, aponta no artigo A Saúde, o SUS e o programa “Mais Médicos” os prós e contras da iniciativa anunciada pelo Palácio do Planalto no fim do mês de junho.Para Gastão, Dilma acerta em identificar na atenção básica (primária) a área de concentração que o Brasil necessita de profissionais. No entanto, critica a subcontratação apresentada pelo programa, bem como o acréscimo de mais dois anos na formação médica. Segundo o professor, somente com a devida valorização do SUS, que inclui criação de plano de carreira, investimentos em equipamentos e na formação e real articulação com demais redes de atenção, como as especialidades e atendimento de urgência, que a saúde brasileira poderá honrar seu compromisso constitucional. Confira o texto na íntegra.
Reunião Pública do Movimento da Reforma Sanitária discute propostas para a Saúde Pública brasileira
Não foi apenas o Programa Mais Médicos do Governo Federal que
impulsionou as discussões levantadas durante a Reunião Pública do
Movimento da Reforma Sanitária na última quinta-feira, 25, durante a 65ª
Reunião Anual da SBPC, na UFPE, no Recife. Com a presença de cerca de
100 pessoas, a discussão sobre uma “retomada” da Reforma Sanitária
contou com a participação da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde
Coletiva), do CEBES, do Conselho Federal de Nutricionistas-CFN,
Associação Brasileira de Enfermagem- ABEn, CONASEMS, Conselho Federal de
Psicologia-CFP, Rede Unida, ABRES, Associação do Ministério Público em
Defesa da Saúde Pública, profissionais de saúde, professores e
estudantes. [Na foto, Luis Eugênio, presidente da Abrasco, abre a Reunião Pública]
Luis Eugênio Portela, presidente da Abrasco, lançou a pergunta a todos: “o que o Movimento da Reforma Sanitária vai apresentar à sociedade?”. Laura Macruz, por sua vez, disse que era preciso contemplar “o acesso à Atenção Básica e a qualidade da atenção”. Já Ana Costa, do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde, afirmou que é necessário tensionar o Governo brasileiro com alianças mais amplas e profundas com os Movimentos Sociais, “pensar numa estratégia política bem elaborada”.Cristina Sette, representante do CONASEMS, expressou a posição de sua entidade a favor do “Mais Médicos”, mesmo considerando o programa apenas uma proposta emergencial para o momento atual da Saúde Pública brasileira. Lígia Bahia, UFRJ/Abrasco, enfatizou que a reunião do Movimento da Reforma Sanitária não podia centralizar as discussões sobre o “Mais Médicos”, mas sobre uma nova proposta de Reforma que contemplasse todo o âmbito da Saúde. “Queremos uma Reforma Sanitária Brasileira, inclusive tendo ‘mais médicos’, mas isso vem muito atrás. O mais importante é o SUS. O que espero da Reunião é que todas as entidades presentes sejam capazes de repetir o que foi o projeto do SUS. Para isso, a identidade do Movimento Sanitário deve ser reestabelecida”, ressaltou Lígia, registrada da foto à esquerda.
Luis Eugênio Portela, presidente da Abrasco, lançou a pergunta a todos: “o que o Movimento da Reforma Sanitária vai apresentar à sociedade?”. Laura Macruz, por sua vez, disse que era preciso contemplar “o acesso à Atenção Básica e a qualidade da atenção”. Já Ana Costa, do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde, afirmou que é necessário tensionar o Governo brasileiro com alianças mais amplas e profundas com os Movimentos Sociais, “pensar numa estratégia política bem elaborada”.Cristina Sette, representante do CONASEMS, expressou a posição de sua entidade a favor do “Mais Médicos”, mesmo considerando o programa apenas uma proposta emergencial para o momento atual da Saúde Pública brasileira. Lígia Bahia, UFRJ/Abrasco, enfatizou que a reunião do Movimento da Reforma Sanitária não podia centralizar as discussões sobre o “Mais Médicos”, mas sobre uma nova proposta de Reforma que contemplasse todo o âmbito da Saúde. “Queremos uma Reforma Sanitária Brasileira, inclusive tendo ‘mais médicos’, mas isso vem muito atrás. O mais importante é o SUS. O que espero da Reunião é que todas as entidades presentes sejam capazes de repetir o que foi o projeto do SUS. Para isso, a identidade do Movimento Sanitário deve ser reestabelecida”, ressaltou Lígia, registrada da foto à esquerda.
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